Eu cá movo-me pela ordem.
Então é assim:
- No 2.º parágrafo, onde se lê «Duarte Cordeiro, Edite Estrela, Edgard Taborda Lopes,» deve ler-se «Duarte Cordeiro, Edgard Taborda Lopes, Edite Estrela»;
- No 3.º parágrafo, onde se lê «Fernando Alvim, Fernando Rosas, Fernando Pinto do Amaral,» deve ler-se «Fernando Alvim, Fernando Pinto do Amaral, Fernando Rosas,»;
- No 4.º parágrafo, onde se lê «Margarida Vila-Nova, Maria João Luís, Maria João Seixas, Maria Isabel Barreno, deve ler-se «Margarida Vila-Nova, Maria Isabel Barreno, Maria João Luís, Maria João Seixas,»;
- No 5.º parágrafo, onde se lê «Rui Pena Pires, Rui Reininho, Rui Rangel,» deve ler-se «Rui Pena Pires, Rui Rangel, Rui Reininho,».
Igualdade sim, mas vamos lá respeitar as nominais precedências.
PS 1
No 4.º parágrafo, onde se lê «Lili Caneças» leia-se «Lili Caneças». Se soar ao mesmo, é porque é.
PS 2
Na versão em papel, a Dra. Fernanda Câncio fez acrescentar a seguinte caixa: «Afinal, parece que o casamento das pessoas do mesmo sexo interessa mesmo a muita gente».
A Sra. Dra. já nos habituara a algum desvario na serenidade e no rigor sempre que se trata de paneleiragem e fufaria. Daí, não ser de admirar o uso, na dita afirmação, das palavras e expressões, manifestamente exageradas, afinal, mesmo e muita gente.
Já parece não passará de ironia despeitada, o que, nesta excelente e peituda jornalista, acaba por configurar uma injusta antinomia.
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Homo quê?..., fóbico?; homofóbico eu!? Rendo-me é à natureza das coisas.