da gravidade, cai um avião e morrem todos.
Por que diabo, nestas histórias de tragédia, dor e luto, a comunicação social há-de ir sempre à cata de uns sortudos que por qualquer razão, aselhice ou acaso não embarcaram, a ungi-los de fama que nada fizeram por merecer? Tenham lá paciência, mas acho um despudor perverso e desrespeitoso.
Afinal, não somos todos, cada um dos restantes 6 mil e seiscentos milhões novecentos e noventa e nove mil setecentos e setenta e dois homens e mulheres, incluindo as e os subscritores do MPI, uns sortudos que, de uma maneira ou de outra, escapámos ao voo AF447 de anteontem?
Até que, nos termos e para os efeitos da mesma ou de outra puta de lei, hajamos de marar.
Até que, nos termos e para os efeitos da mesma ou de outra puta de lei, hajamos de marar.