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quinta-feira, 7 de março de 2013

Capas

Em 25 anos de publicação, apenas oito das 122 capas da LER trouxeram caras de mulher; em rigor, de seis mulheres: Lídia Jorge em 1988 e em 2011; Agustina Bessa-Luís em 1990 e em 2009; Margarida Rebelo Pinto em 2008; Inês Pedrosa [só os olhos] em 2010; Hélia Correia e Sophia de Mello Breyner Andresen em 2012. Curiosamente, nenhuma destas capas é do período de 2000 a 2006, em que a LER foi dirigida pela única mulher que a dirigiu, Mafalda Lopes da Costa.
Aparente, estranha, pertinaz e bisonha misoginia - de que o Francisco José Viegas pessoalmente decerto não padece, já lhe e nos bastando dele a cavacofilia hórrida... - talvez o explique. 
Para variar, este mês, mais um descolhoante macho.
Já o JL prima por variar, quase sempre em regime de excelência, coisa que a capa da presente quinzena, com esta senhora linda, não desmente.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

À inefável e maviosa Mafalda Lopes da Costa

fica muito mal, com um currículo destes e estas obrigações, dizer, por exemplo,
ou
no púlpito da rádio pública.

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Já um destes dias no luminoso átrio da reitoria, a professora doutora pró-reitora administradora da Universidade de Lisboa, Luísa Cerdeira, referindo-se com enfática e doutoral veemência a um erro de relatório, dizia quanto muito, aquilo será o ensino superior.
Pois eu acho que quanto muito é o ensino básico a claudicar.
Enalteça-se-lhe, porém, o diastema enfeitiçante.