sexta-feira, 29 de março de 2019

Nazaréx libris

«É o écsi libris. O turista vem aqui tirar muitas fotografias.»
Francelina Quinzico, vendedora de peixe seco.

quarta-feira, 20 de março de 2019

Filomena adultera João

«[...] Vejamos o que este [Novo Testamento] diz quanto a mulheres adúlteras. Leia-se o evangelho segundo São João, 8. Estando Jesus no Monte das Oliveiras, os fariseus, que o queriam desacreditar, apresentaram-lhe uma mulher adúltera, invocando que, segundo a lei de Moisés, a dita mulher deveria ser apedrejada. Eis o que Jesus escreveu no chão: "Que seja o homem entre vós que nunca errou o primeiro a atirar-lhe uma pedra" [...]»

Leia-se, pois, João, 8.
Afinal, não se diz o que escreveu Jesus.* Sabe-o Maria Filomena Mónica? Que bíblias lê a doutora?
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* Frederico Lourenço — das 34 individualidades a quem, desde 1987, foi atribuído o Prémio Pessoa, porventura a que mais o mereceu —,  página 357 do volume I da Bíblia por ele traduzida do grego, 1.ª edição, Setembro de 2016:
«[...] é-nos narrado que Jesus está a escrever com o dedo no chão. Que palavras ou frases estão a ser grafadas no pó pelo dedo de Jesus? É uma pergunta para a qual nunca teremos resposta. Este não é, porém, o único enigma inerente ao episódio. O episódio da mulher adúltera levanta um problema incómodo: não é autêntico. [...]»

quinta-feira, 14 de março de 2019

Prof. abre, Dr. encerra

"O futuro da Europa pensa-se agora"
Amanhã, na Casa da Música, Porto.
Pobre e ridículo país de mesuras.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Ejaculação precoce do revisor? * ...

... com uns laivos de ficção à mistura.

A querela do «despoletar» é antiga, abundante e recorrente.

A crónica de Vicente Jorge Silva, "Da violência doméstica à vertigem bancária", disponibilizada no Público em linha às 07h30 de domingo, 10.Mar.2019, termina assim:
«[...] Quando tanto se fala de populismos a nível europeu, estes reflexos cruzados de um país assaltado pelas pragas da violência doméstica entre as classes médio-baixas e dos desvarios do dinheiro entre as elites à sombra do poder constituem um típico caldo da cultura populista e compõem a imagem virtual das ameaças que nos espreitam. Não basta confiar, por isso, num Presidente capaz de despoletar essas ameaças encarnando um populismo “bom” ou num primeiro-ministro que conquista a guerra das audiências cozinhando uma cataplana no programa da Cristina.»
Se bem entendo, VJS admite que a presidência popular, como Marcelo a exerce, constituirá um travão/antídoto/desarme das ameaças populistas, convindo todavia não nos fiarmos demasiado. Neste entendimento, afigura-se pertinente o uso de «despoletar» na acepção propugnada pela generalidade dos entendidos, que acompanho. Pelo que VJS escreveu deliberada e apropriadamente «despoletar». 

Eis, entretanto, como saiu a passagem em apreço no Público em papel do dito domingo:
«[...] Não basta confiar, por isso, num Presidente capaz de desencadear essas ameaças encarnando um populismo “bom” [...]».

Adivinho que o revisor de serviço à edição em papel, a edição "nobre", encarando aquele «despoletar» no original de VJS acudiu-lhe de imediato ao brio profissional o "Livro de estilo do Público" — 2.ª edição, Março de 2005 — que reza na página 116:
«[...]
despoletar — É um erro vulgarizado utilizar este termo para significar exactamente o contrário: despoleta-se/descavilha-se uma granada para que não expluda e despoletar uma discussão é amainar os ânimos — precisamente o inverso de "desencadear", "detonar", "activar", "rebentar".
[...]».
E não foi de modas: Vou livrar o Vicente [fundador e primeiro director do jornal] do enxovalho público por uso do «despoletar» em contramão e espero que me telefone a agradecer ter-lho trocado a tempo por um canónico «desencadear.

Nisto, página 4 da edição em papel de 11.Mar.2019, "O Público errou", um inusitado pedido de desculpas:
«Ontem, na crónica de Vicente Jorge Silva, a palavra “despoletar” (no seu sentido correcto, de tirar a espoleta) foi erradamente substituída por “desencadear”. Pelo lapso, pedimos desculpa ao autor e aos leitores.»

Revisor de serviço, para a chefia que acaba de lhe dar nas orelhas: Na pressa, fodi-me. Escapou-me o alcance da frase. Afinal, «despoletar» nem sempre está errado. Peço mil desculpas.

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* Metáfora arriscada, já que no Copy-desk trabalham dois homens e duas mulheres...
Plúvio, Plúvio, porque te esticas tanto?

Agustina Bessa-Luís ao barulho

Gosto muito de Agustina Bessa-Luís [Amarante, 15.Out.1922].
Tendo a admirar Isabel Rio Novo
Esta sumarentíssima conversa de Diogo Vaz Pinto com Mónica Baldaque — simpatizo com ambos — deixa-me levemente desnorteado. Isabel não se portou bem? [«está a faltar à verdade, a desvirtuar a realidade e a factualidade. Mostra a sua dificuldade em lidar com a verdade, o que a desacredita como historiadora e biógrafa.» - MB]
Certo é que anda por ali Rui Couceiro, o comerciante da Contraponto. Recordo-o. Não amesendando com nenhum deles, Francisco Vale parece-me mais respeitável.

Enfim, avenham-se.
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Não tem de quê.

Arquitectura das coisas

«Estou ainda na fase de arquitecturar uma forma de lidar com todas estas coisas que são muito novas para mim.»

«Eu curto bué de métrica e curto bué da ordem, curto que tudo bata no sítio certo. Tás a ver? Então óbvio que aí é onde eu vou tipo arquitecturando pa dar uma métrica mêmo que eu curta, que saia bem na minha boca tamém. Tás a ver?» *

Quando disserem ao Conan que é "arquitectar", como irá ele lidar com coisa tão nova, para que tudo bata no sítio certo? Sobretudo na boca.
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* Tou.

terça-feira, 12 de março de 2019

Bem-vindos ao país cristino [3] *

«[...] o primeiro-ministro de avental, a fingir que cozinhava uma caldeirada em seis minutos e meio, com aquela mulher sempre aos guinchos, excitadíssima por ter ali no estúdio, em peixe e osso, "quem nos dirige" [...] **
Por fim, há uma espécie de cumplicidade pequeno-burguesa, uma 'coziness' familiar indisfarçável entre todos eles e tudo aquilo: a criatura, o malabarista, o 'décor', a cataplana, a legítima, os guinchos, os larilas, as inutilidades, a 'fama' e os votos.
[...]
Estou a olhar para uma fotografia do futebolista Ronaldo.*** Vem a avançar para a câmara, de mão dada com uma rapariga (sua namorada ou mulher, suponho), ambos sorrindo, com um pequeno batalhão de fotógrafos atrás de si e um polícia abrindo caminho. Parece a imagem perfeita do 'sucesso' e da 'fama', do 'estrelato' e do 'cor-de-rosa'. [...]»
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** António Costa, "O Programa da Cristina", 05.Mar.2019, Entrudo:

*** Madrid, 22.Jan.2019
«O futebolista português Cristiano Ronaldo reconheceu hoje culpa de quatro crimes de fraude fiscal, num tribunal de Madrid, onde acordou pagar uma multa de 18,8 milhões de euros, escapando a uma pena de prisão de 23 meses.»
Comete quatro crimes, paga uma mancheia de milhões**** em substituição do cárcere, e ri. Ri, triunfante. O Presidente da República e o Primeiro-Ministro de Portugal adoram-no.

**** Por falar em milhões, pelo aqui visto a moça trata-se bem.

Putedo

  • «prosa luminosa e fulgurante»
  • «11 admiráveis narrativas»
  • «magnífico livro»
  • «inteligência narrativa»
  • «dimensão erudita»
  • «alta cultura»
  • «estrutura fragmentária a fazer lembrar o filme "Citizen Kane"»
  • «provavelmente o melhor conto que o autor destas linhas leu nos últimos anos (em qualquer língua)»
  • «genial ensaio sobre a transparência, o controlo e a vigilância»
  • «A escrita de Alexandre Andrade é sempre imaculada, mas aqui ergue-se a alturas estratosféricas. Sem risco de exagerar*, consideramo-lo um texto perfeito.»
    José Mário Silva, "Variações cromáticas" | Expresso/E, 02.Mar.2019
    5 estrelas em 5.
Ante tal orgia ditirâmbica anotei logo, para comprar, "Todos nós temos medo do vermelho, amarelo e azul", de Alexandre Andrade.

Nisto, calhou ler Vasco Barreto:
«[...] por que motivo o José não deixa explícito na sua crítica que é amigo de longa data do Alexandre? Eis uma omissão que me encanita.»

Fiquei com nojo do José Mário Silva e tão cedo não despenderei um cêntimo no livro.
Obrigado, Vasco.
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* Olha se exagerasse...

domingo, 10 de março de 2019

Mulheres de sexo indeterminado

«"Cabeça de mulher encontrada na praia de Leça da Palmeira"
[...]
A cabeça foi transportada para o Instituto de Medicina Legal, onde serão feitos exames para determinar o sexo e a idade da vítima, além do que terá acontecido

Com título tão inequívoco, aquele «para determinar» no corpo da notícia  — se estivesse «para confirmar», vá que não vá — parece desconchavo e fez-me rir.
Mas destas luminárias progressistas que pululam nas redacções policiadas pela tirania ideológica da "diversidade de género" [«sexo» afigura-se obsolescência redutora] é de esperar a desorientação.

João Pereira Coutinho:
«[...] Como ter a certeza de que aquela actriz nunca recusou os avanços de um anão? E como tolerar aquele actor que mostrou interesse sentimental por uma mulher do sexo oposto? [...]»
Também me fez rir.

O gato de Schrödinger voltou a Paço de Arcos *

ora! Última hora! Última hora! Última hora! Última hora! Última hora! Última h

«o motorista foi levado para o hospital com ferimentos ligeiros»

«O motorista foi levado para o hospital com ferimentos graves, sobretudo queimaduras.»

A falta que a língua gestual ali fazia para desempatar...
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ora! Última hora! Última hora! Última hora! Última hora! Última hora! Última h

sábado, 9 de março de 2019

Jean Wyllys, o bonzo de Coimbra e a palavra "ditador"

Aguentei, estóico, os 84 minutos da conversa de sedução e bajulação mútuas havida na cidade do Mondego — adoro chapinhar em lugares comuns... — em 26 de Fevereiro de 2019 entre Boaventura de Sousa Santos e Jean Wyllys, figurante ganhador do "Big Brother" brasileiro, devoto de Iemanjá, que vem cavalgando a sobrevivência e a celebridade por conta de ser e se afirmar destemidamente rabeta alinhado à esquerda. «Eu quero articular de alguma maneira as esquerdas no mundo.», previne-nos, sério, acerca do projecto em que pretende ocupar-se no exílio europeu. O mundo que se cuide, pois.

Para não cansar muito, realço
as cortesias de entrada, com o anfitrião armado em porta-voz de Portugal a garantir que «é realmente muito bem-vindo pela esmagadora maioria dos portugueses, jovens e público em geral». Ena, Boaventura! «Esmaga!», diria Conan Osíris;
e a parte final, a partir da hora e dez de gravação, em que o foragido da homofobia canarinha se atreveu a rotular Nicolás Maduro de ditador, acusando-o inclusive, gabe-se-lhe a ousadia, de violação dos direitos dos humanos venezuelanos. Sabendo o Boaventura apóstolo de sátrapas bolivarianos e comunistas em geral, receei ver o caldo entornar-se, mas o bonzo de Coimbra, messias da Marisa,  lá se conteve e adoçou o escarmento:  «Aí temos uma pequena diferença, realmente, porque a palavra "ditador" é uma palavra muito forte, não é?...»
É.

Sirva-se, paciente leitor, e sofra.

Nada como realmente.

Canção

Embirrar com a Gabriela Canavilhas não me impede de, vez por outra, concordar com ela. Por exemplo: 

«[…] Em 2017, no entanto, aconteceu algo, que, apesar de maravilhoso, intoxicou o processo com a pior toxina: a marca da intemporalidade – apareceu uma canção excepcional, cantada por um intérprete raro. Colocou a fasquia dos certames seguintes numa altura quase impossível, o que devia obrigar a RTP a uma demanda empenhada que procurasse criar condições para proporcionar o surgimento de outras canções de qualidade fora do comum. É difícil, claro, mas é o preço que se paga por termos tido uma canção tão extraordinária como Amar Pelos Dois de Luísa Sobral, um intérprete de eleição como Salvador Sobral. *
[…]
a canção, per se, é um valor absoluto que devia ser perseguido pelos compositores, independentemente das correntes estéticas. Embrulhar uma canção numa performance e transformá-la num happening é arte, sim, mas é preciso que debaixo de tudo esteja uma canção [...]»

O resto é circo.
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* ... Luísa Sobral, Salvador Sobral e — insisto,  repito reitero — Luís Figueiredo.

** Glosando Gertrude Stein.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Ó Conan, pá, quadriplicado é bué mau português

Conheço as composições de Conan Osíris [Tiago Miranda, Lisboa, 05.Jan.1989]. Acho graça às letras e alguma originalidade nos arranjos. As melodias são no geral uma merda maometanocansativa.
Quanto à voz, à representação e à bichanice, quando não fazem lembrar António Variações  lembram frei Hermano da Câmara.    

Cristina Ferreira: Sabes que eu tenho um amigo meue ela a dar-lhe — que me mandou, já há muito tempo, a tua canção e o que ele disse foi «Estejam atentos; quando o Variações chegou também toda a gente o estranhou». Tu sentes um bocadinho isso? As pessoas comparam-te, inevitavelmente comparam-te; são registos diferentes, temos que o reconhecer, mas comparam por isso. Tu gostas dessa comparação?
Conan Osíris: Ó pá, sabes que no início, quando essa comparação começou a surgir eu tava tipo yah, isso é uma coisa, yah, uma coisa grande, ainda por cima uma pessoa que não tá cá. Não me comparem tanto porque os fãs dele podem não achar muita piada porque somos pessoas singulares. E hoje em dia isso já tá tão cansado que eu já tou um bocadinho a entrar na parte de Olha, vamos sentar aqui, eu vou-te dizer uma coisa: o Variações não fazia os álbuns dele completamente sozinho. O Variações não compunha, o Variações não escrevia música. Eu faço isso tudo. Então vamos diferenciar aqui uma bequita, tá? Só hoje...
Dá para perceber que o incomoda sobremaneira o cotejo com António Variações. Escusava era de, na defesa da sua «singularidade», esgrimir a cagança e a ignorância contra a memória de AV, que se foi cinco anos antes de o Tiago cá chegar.

António Variações [António Joaquim Rodrigues Ribeiro, Amares/Braga, 03.Dez.1944-Lisboa, 13.Jun.1984] criava letra, música, voz — as canções, tamborilando-lhes de modo rudimentar o ritmo. Para as não esquecer e preservar, gravava-as em cassetes. Depois, sim, teve ajuda profissional na produção discográfica.
Não consigo imaginar o emproado Conan Osíris a «fazer completamente sozinho os seus álbuns» com a tecnologia de há 40 anos...
        
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100 paciência
Eu fui à médica ver se era encefalite
Eu fui à médica ver se era uma hepatite
Mas eu não tinha solução
Eu fui à médica ver se era espondilite
Eu fui à médica ver se era amigdalite
Mas eu não tinha solução
E ela gritou

"Vou-lhe receitar clemência
Sei que nem vai aviar
Não sou Nobel da ciência
E eu até tenho experiência
Mas está na sua cara
Você é o 100, o 100
O 100, o 100 paciência, o 100 paciência
Um-zero-zero, o 100, o 100, o 100
O 100 paciência
Um-zero-zero, o 100"

Doutora, doutora, isso é mas é paranóia
Eu até curto de si
Como fadista acho uma jóia
Observe novamente
É que eu devo tar doente
Faça-me um TAC*, um raio X
Vai na volta é algum dente
E a ordinária vira-se e diz

"Tou farta, você deve é ser otário
Eu vi logo pela roupa e essa cara de ordinário
Se não apanha a temática e não tem vocabulário
Eu digo-lhe em matemática
Você é o 100
É um 10 ao quadrado
25 quadriplicado
Um 50 dobrado
E 100 anos num século passado
Você é o 100, o 100 paciência, o 100"
[Esmaga!]
O 100 paciência, o 100"

É mais uma pá balada
Mas eu sou o 100
2 vezes madrugada
Só que eu sou o 100
3000 anos na quebrada
4 horas sem mijar
5 euros uma empada
Mais 6 meses sem cantar
700 almofadas
8 colchas rendilhadas
99 almas penadas
Uma tá no meio da estrada
Eu juro que até parava
Mas é que eu nem tenho a carta
Porque eu sou o 100 paciência, o 100 paciência
O 100, o 100 paciência, o 100
Que desgosto o meu ser o 100
Ser o 100 paciência 
Que desgosto o meu
80, 90 é bom
Só que eu sou o 100

Ó Osíris, pá, informa-te, despe-te da diva e aprende a quadruplicar. Tá, puto? Yah, meu? E boa sorte com os telemóveis em Telavive, sei lá, «óbvio que aí é onde eu vou tipo arquitecturando» [sic] a cena ... como quem tricota a glória.
E assim sucessivamente. Tás a ver, Conan?
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* uma TAC, s.f.f.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Marcelo Rebelo de Sousa, entre a tonteira e o solecismo gárrulos

«Arnaldo Matos ficará na memória de todos como um defensor ardente da liberdade».

«Senhoras e senhores deputados, estamos condenados a sermos irmãos.»*

Um presidente-arlequim é capaz da eloquência do silêncio? Cuido que não.
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* O professor Marcelo não está sozinho na atrapalhação infinitiva.
«Saíam das mangueiras à noite a tropeçarem no vento»
«tu estás sempre a ires-te embora»
«Levámos muito tempo a aproximarmo-nos um do outro»
«são os únicos capazes de as resolverem»

E nem por num momento de discernimento diminuído, em 03.Fev.2018, ter chamado «excelentíssimo» a este estaminé, pouparei o grande Miguel Esteves Cardoso à exibição de [mais] três corpos de delito no "Ainda ontem" do Público. A morigeração dos usos impõe-mo, ahahah:
«podemos divertirmo-nossermos ternos … sermos ajudados … brincarmos» 
«Mas logo começámos a preocuparmo-nos»
«sermos nós a encomendarmos»

estamos condenados a ser irmãos
saíam das mangueiras à noite a tropeçar no vento
estás sempre a ir-te embora
levámos muito tempo a aproximar-nos
são os únicos capazes de as resolver
podemos divertir-nos … [podemos] ser ternos … [podemos] ser ajudados … [podemos] brincar 
começámos a preocupar-nos
sermos nós a encomendar
Ufa!

domingo, 3 de março de 2019

Eucaristia dominical

- Bati três klittras esta manhã.
- Em castelo?
- Em ponto de rebuçado.