Mostrar mensagens com a etiqueta Luís Filipe Menezes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Luís Filipe Menezes. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Alberto Gonçalves

- "Quem vem e atravessa o rio"
[Luís Filipe Menezes]
- "A star is porn, ups, born"
[Erica Fontes]
 
Ride, pessoas, ride!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Obsessão fiscal - Fisco, confisco

Bagão Félix, esta manhã, na Antena 1:
«A pressão fiscal atingiu tais níveis, na minha opinião, que já entrámos no domínio quase fiscalmente totalitário de confisco.
[…]  
Lamento dizer isto, sou apoiante deste governo, mas de facto alguma coisa está mal e esta obsessão fiscal está a transformar-se num raciocínio quase totalizante se não mesmo totalitário.»
Se ele o diz, oiça-se-o.
- se tivesse de escolher um deles para governação do mundo, votaria, Deus me perdoe, no doutor Bagão Félix;
- para administrador do meu condomínio, sem hesitar, Octávio Teixeira;
- a doutora Ana Gomes daria com certeza uma excelente promotora de quermesses;
- ao doutor Luís Filipe Menezes ficaria a matar o alto comissariado permanente para a glorificação perene do doutor Alberto João Jardim;
- o doutor Miguel Portas, não votaria nele para nada que é, de resto, para que serve o seu Bloco de Esquerda.
Opinado o que, está uma bela tarde de Outono enquanto o mundo entristece e o José Cid ainda se aguenta nos agudos altos numa idade daquelas.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

«Diferencial», «queixume legítimo» e «críticas porventuras verdadeiras»

Sem, nos cinco minutos em que falou esta manhã à Antena 1, jamais ter pronunciado a palavra “Alberto”, com que no mesmo púlpito se ungira alarvemente no panegírico de 01 de Agosto passado, ou sequer a expressão “presidente do governo regional”, o doutor Luís Filipe Menezes, turibulário ciclóstomo do soba da Madeira, começou por uma comparação absurda e repulsiva do massacre de há oito semanas perpetrado pelo celerado Breivik com a mega mescambilha dos mil e cem milhões de défice escondido, fazendo equivaler a superior reacção, na altura, do primeiro-ministro norueguês à reacção rastejante de Pedro Passos Coelho, destes dias, enaltecendo-a.
Perguntara-lhe o jornalista Ricardo Alexandre: «… Luís Filipe Menezes, bom dia. Como é que vê este caso da Madeira?»
Na parte em que o doutor Luís Filipe Menezes foi mais severo e contundente - que coragem!, que desassombro! -, maquilhou assim a vigarice galáctica e imperdoável, por que vamos pagar, do seu adulado bonzo:
«… a realidade político-administrativa das regiões autónomas visou o justo desenvolvimento numa lógica de discriminação positiva dessas regiões. O seu estatuto, a forma como funcionaram, a sua regulamentação foi negociada diariamente com sucessivos governos, governantes responsáveis. A tal discriminação positiva que alguns portugueses consideravam mais injusta redundou muitas vezes em perdões da dívida da região autónoma da Madeira, da Região Autónoma dos Açores; perdões da dívida substantivos, em valores muito máióres do que aqueles que hoje estão em causa com este diferencial* e que foram dados por primeiros-ministros como Cavaco Silva, primeiros-ministros como António Guterres e até no primeiro ciclo do primeiro-ministro José Sócrates.
… Tudo o resto são queixumes, queixumes legítimos, críticas porventura verdadeiras»

* Aposto em como tão cedo Luís Filipe Menezes não vai, por muitas contas que manipule, ser capaz de proferir uma incorrecção máiór; além de que perdão da dívida não é o mesmo que vigarice ou crime.

sábado, 17 de setembro de 2011

O dia em que o doutor Luís Filipe Menezes desperdiçou uma bela oportunidade de

ser um herói para muita opinião publicada.

Ricardo Alexandre [Antena 1]-
«polémica entre Paulo Portas e Alberto João Jardim por causa das contas da Madeira. O presidente do PSD Madeira chegou mesmo a dizer que não sabia quem era Portas … A eleições regionais estão marcadas para Outubro. Acha que esta situação pode prejudicar as relações na coligação governamental ou as águas Continente/Madeira estão bem separadas?»
Luís Filipe Menezes- «Há sempre um coro nacional, continental, que repete o mesmo todos os anos: Alberto João o populista, Alberto João o infrequentável, Alberto João o líder de uma democracia de fachada. Agora, por razões de conjuntura, Alberto João o despesista, e depois o salto dá-se imediatamente para a ideia de ilegitimidade democrática do exercício do poder do doutor Alberto João Jardim e há quem afirme mesmo: Bom, já que o povo é estúpido e vota nele, então pois ele é que devia ser suficientemente exigente e ir-se embora. Ora eu penso que não devemos ir por este caminho e eu não vou. Embora, sei que até como dirigente do PSD se viesse atacar o doutor Alberto João Jardim passaria a ser um herói para muita opinião publicada. Contudo, eu penso que temos que ser justos e colocar o problema exactamente no ponto em que ele deve ser colocado. Este homem ganhou dezenas de eleições com o voto popular, secreto, universal, nos últimos 33 anos. Este homem trouxe a Madeira da Idade Média para o século XXI.»
RA- «Mas também é verdade que já disse várias vezes que estava pronto para ir-se embora e acabou por não ir.»
LFM- «É verdade que sim, mas tem todo o direito de se sujeitar a eleições. Para além disso, eu penso que há outras questões que é importante relevar neste contexto. Este homem construiu um estado social absolutamente quase exageradamente ligado aos padrões da Escandinávia dos anos 60. Este homem contrariou aqueles lóbis que hoje muitos deles votam CDS na Madeira que mandaram na Madeira duzentos anos. E há uma questão e essa talvez a mais marcante. Quando se fala tanto de seriedade na política, este homem tem o mesmo carro, tem a mesma casa, tem o mesmo comportamento modesto. Passa férias em Porto Santo desde que é político no activo. Ora como sabe não é este o comportamento da maioria dos políticos em Portugal. É evidente que também não posso aceitar a ideia da democracia controlada na Madeira.
[...]»
RA- «Fica então o registo … O elogio de Luís Filipe Menezes a Alberto João Jardim, esta manhã no "Conselho Superior".»

Eu penso que temos que ser justos e colocar o problema exactamente no ponto em que ele deve ser colocado.
E eu penso que temos a pessoa certa para levar charutos ao doutor Alberto João Jardim. À cadeia.