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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Por exemplo, António Barreto

«[…]
Por exemplo, um sociólogo como António Barreto, a partir do momento em que começou a ter um discurso que já não é limitado pelas regras, pela ordem e pelo método de um determinado campo disciplinar, começou a ser chamado “pensador” […] Estes “pensadores”, ao contrário dos filósofos, têm um pensamento completamente transitivo, exclusivamente orientado para um objecto exterior. Têm uma pretensão de verdade e de revelação, e isso verifica-se no “estilo” e nos protocolos discursivos. Tendem, por isso, a ser ouvidos como oráculos. A filosofia, pelo contrário, conhece desde sempre o modo como o pensamento implica a linguagem. Para o filósofo, ao contrário do que acontece com o nosso “pensador”, não há pensamento que não seja pensamento do pensamento, não há pensamento que não seja experiência da linguagem. O “pensador” — a categoria portuguesa com este nome — está cheio de visões do mundo, mas falta-lhe aquilo que desde sempre sobra no filósofo: uma visão da linguagem, uma interrogação sobre o significado das palavras. Daí a ilusão de transparência que transmite, que é uma transparência ingénua, semelhante à dos poetas que têm muita coisa para dizer e muitos sentimentos para exprimir. São, à sua maneira, realistas alucinados.»

quarta-feira, 2 de maio de 2012

António Barreto,

empregado do dono.

«[...]
O sociólogo cofiou a barba, ficou ainda mais grave e calou-se. Receio que o Pingo Doce não queira levar a revolução longe de mais.»
Ferreira Fernandes, em elipse de grande gozo, no DN  de hoje: "Pingo Doce faz saldo do 1.º de Maio"
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De mijar-se a rir, Ricardo Araújo Pereira, ocsiteP moB, patrocinado pelo ... Continente.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Matá-los no berço teria ficado muito mais barato

António Barreto- Até onde é que certo tipo de intervenções cirúrgicas, com 70 anos - é a minha idade -, 70 anos, 80 anos, 90 anos, 95... Até onde é que se pode ir? Qual é a qualidade de vida que se obtém com certo tipo de investimento? Tudo isto tem que ser discutido e tem que ser discutido racionalmente.
Há países onde se discute se o serviço nacional de saúde deve ou não tratar fumadores – eu sou fumador. Há países onde se discute se se deve pagar a hemodiálise a pessoas com mais de 70 anos – eu tenho 70 anos.
Ana Lourenço, para António Barreto– Não acha abominável que se discuta se alguém com 70 anos tem direio à hemodiálise ou não?
Manuela Ferreira Leite- Tem sempre o direito, se pagar.
“Contra Corrente”, anteontem, SIC N, a partir mais ou menos do minuto 25:00

"Litemerer Rfaeani Aelu"

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«Se queres mudar para melhorar, chama o António
Se queres ter maior prazer, chama o António

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Pingo Doce

«A firma Jerónimo Martins (mercearias finas) merece todo o respeito e consideração. Primeiro, porque antigamente comprou azeite a Herculano. Segundo, porque ajuda hoje a divulgar o interessantíssimo pensamento de António Barreto, que por enquanto não vende azeite. Mas, de repente, Portugal inteiro resolveu vociferar contra a Jerónimo Martins.»

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Lojas e razões de nojo

Quanto gostaria eu de ouvir agora o António Barreto, cachorrinho dócil do tardocavaquismo e serviçal diligente do comércio có coró có, arengar naquele porte severo e messiânico que lhe é tão próprio, durante cinco minutos que fosse, no horário nobre das televisões, acerca do desvelo patriótico e do vertebrado sentido ético do seu patrão Elísio Alexandre Soares dos Santos... Vá lá, António, o país gosta de o escutar.

Teresa Leal Coelho, vice-presidente do grupo parlamentar do PSD- O doutor Luís Montenegro pediu-me que elaborasse o relatório com todo o rigor, com toda a transparência, que fosse até às últimas consequências, que não escamoteasse nada que pudesse insinuar qualquer atentado ao princípio do Estado de direito democrático, aos valores da transparência e do rigor.
Mas por que diabo fizera o Montenegro questão em pedir tal coisa à sua leal Teresa? Era preciso?
Luís Montenegro, presidente do grupo parlamentar do PSD- O que eu lhe posso dizer a esse propósito é que seguramente os senhores jornalistas conhecem muito melhor a maçonaria do que eu próprio. É aquilo que eu posso dizer a esse respeito. […]
Eu não sei quem é que pertence a essa loja maçónica.
Chega a comover que um anjinho destes possa tão pouco e esteja tão mal informado.

Teresa Leal ... no âmbito... no âmbito... no âmbito... Coelho, esta noite na SIC N, Jornal das 9É curioso que o Expresso online publicou essa notícia sem primeiro ter falado com o deputado Luís Montenegro, presidente do grupo parlamentar, o que considero lamentável.

Ricardo Costa, esta noite na SIC N, a seguir ao Jornal das 9- O Expresso sabendo e podendo provar que o Luís Montenegro, líder parlamentar do PSD, pertence à loja Mozart – e ele que não diga que não pertence porque pertence; e que não diga sobretudo frases patetas como a que disse hoje à tarde, que os senhores jornalistas sabem mais de maçonaria do que ele próprio. Bem, se ele sabe menos de maçonaria do que eu, não sei o que é que ele lá vai fazer às reuniões …
[…]
A doutora Teresa mentiu.

Esterquilínio e putedo.

domingo, 21 de agosto de 2011

«A tragédia (ou a irresponsabilidade) começou logo em 1980»

  • XVII Exposição Europeia de Arte, Ciência e Cultura
  • Europália
  • CCB
  • Expo '98
  • Euro 2004
O VPV talvez exagere um bocadinho [oximoro?]; mas o Barreto, empregado do Pingo Doce e agenciado nas festas do Cavaco, tem sido muito pior.
um cheirinho de como, nos idos de 1994-1995, o António Barreto falava da Expo '98, o "Fungagá de Xabregas", que lá vinha, e - vale a pena recordar - de como se referia ao Aníbal Cavaco Silva, na altura em vias de ser corrido e de ter sido corrido de primeiro-ministro pelo santo do António Guterres. O tempora! O mores!

PS
Tenha paciência, Vasco, não é «convença os portugueses que o respeito da Europa» mas «convença os portugueses de que ...»
E, claro, raramente falha um módico:
«só agora a ministra Assunção Cristas nos tenta devolver a um módico de realismo e de sensatez»