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sábado, 11 de abril de 2020

Contributo para um glossário quase imperfeito da coisa,

em verso  livre, com palavras difíceis, nomes e números vários.

novo corona
o (vírus) SARS-CoV-2
120 nm de diâmetro (nm=nanómetro=milésima parte do milímetro)
gotícula  aerossol
contágio a 2 metros
4 minutos a 8 dias em superfícies
incubação
surto
Rt
epidemia  pandemia
Tedros Adhanom Ghebreyesus
covidiota   pandemónio   pão de mia    spamdemia
crise sanitária
ai Jesus!

economia
papel higiénico  atum   farinha   fermento
especulação  açambarcamento

coronabonds  takeaway  lay-off
viva a língua portuguesa!
entregas ao domicílio
pelo senhor Virgílio
  telescola  teletrabalho
 e o caralho 

cenários  geometria
os cientistas   os especialistas
pneumologia  infecciologia  epidemiologia  virologia
estatística  casos
curva  pico  achatar  planalto

infecção   reinfecção
anticorpos   imunidade de grupo 70%
certificado de imunidade

mãos  água  sabão
20 segundos
cara  boca  olhos  nariz
que é como quem diz
álcool  gel
 máscara  luvas  viseira  
zaragatoa  teste  reagente

conter  recolher               distanciar afastar                confinar  cercar
varanda
isolamento horizontal  vs  isolamento vertical
quarentena  14 dias
etiqueta respiratória
estamos todos no mesmo barco    vai ficar tudo bem (brrrnhac!)
   
grupo de risco
velhos
lares
velhos  lares  lares  velhos  velhos  lares  lares  velhos
e assim sucessivamente

a (doença) covid-19
febre   tosse   cefaleia   fraqueza   dificuldade respiratória
sintomático  assintomático
comorbilidade
taxa de letalidade  vs  taxa de mortalidade
hidroxicloroquina   ibuprofeno   paracetamol
hospital de campanha 
quartos  pressão negativa
camas  ventiladores
cuidados intensivos  pneumonia
curados   mortos   caixões   funerais

Wuhan   Itália  Espanha   Equador   Ovar   República Checa  Nova Iorque
Holanda  repugnante  Costa
Trump   Bolsonaro  Boris

presidente-arlequim
emergência
[papelarias   tabacarias   raspadinhas
drogarias   padarias   farmácias
oculistas
concelho]

streaming   skype   zoom   houseparty
parabéns a você  (brrrnhac!)
808242424
profissionais de saúde
laboratório

3.ª vaga
guerra   novo normal   atípico
medo  miséria  fome  dor  desespero
apocalipse
ploc

Aleluia!

3.ª Descontaminação das ruas de Bobadela, pelo Crucificado. **

ÚLTIMA  HORA
Domingo, 12.Abr.2020, 17h15 - 4.ª Descontaminação das ruas de Bobadela, pelo Ressuscitado com ajuda do senhor padre Marcos. **  
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* Vitório Rei também rimava assim. Lembram-se?

**  1.ª   e   2.ª

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Em defesa da autenticidade e do respeito por Sophia, recorro da Relação

Com chamadas na primeira, Luís Miguel Queirós encheu três páginas do Público — duas em 04.Fev.2019, "Um falso poema de Sophia que se tornou viral", mais uma em 15.Fev.2019, "O poema que uma juíza escreveu e Sophia celebrizou" —  com a historieta de um poema apócrifo de Sophia de Mello Breyner Andresen disseminado no ciberespaço sob o título de "O mar dos meus olhos".
O poema é de Adelina Barradas de Oliveira, juíza-desembargadora no Tribunal da Relação de Lisboa.
Entre outros, aludiram ao caso o Espalha Factos, o Observador, o Correio da Manhã e o Governo Sombra [Ricardo Araújo Pereira, a abrir, minuto 02:00].

Em 1996, o meu querido cunhado Armindo, falecido recentemente, rabiscou uns versos com o título «Gosto de estar no cais quando chove». Rogério Martins Simões, seu colega e amigo, deu-lhes publicidade em 26.Out.2004 no blogue "Poemas de amor e dor", com atribuição correcta da autoria, o que não obstou à subsequente difusão dos ditos [ainda assim muito longe de viral, haja Deus...], iniciada sabe-se lá por quem,  como se pertencessem a Sophia de Mello Breyner Andresen.  
Não consigo chegar à maternidade da impostura mas apurei — coisa não lobrigada por Luís Miguel Queirós — que a juíza-desembargadora, amante de poesia e de Sophia, e será de esperar que da verdade e do rigor, contribuiu prodigamente, sei que sem dolo, para a sustentar, com atrevido enquadramento bibliográfico e ilustrações, no seu estaminé "Cleopatra Moon":

«Gosto de estar no cais quando chove [...]»
Créditos: «Sophia de Mello Breyner Andersen *, "Dia do Mar no Ar". **  fotografia: Christophe Jacrot»

«Gosto de estar no cais quando chove [...]»
Créditos: «Sophia de Mello Breyner Andersen *, "Dia do Mar no Ar". **  fotografia: Christophe Jacrot»

Em 10.Mar.2014 o meu cunhado interveio na caixa de comentários à publicação de 28.Mai.2013 a reclamar a autoria, sem reacção da meritíssima blogueira.

Visto o que,  é atónito, no mínimo, que leio a seguinte passagem no Público de 15.Fev.2019, negritos meus:
«[…] De resto, percorrendo o seu blogue – também gere páginas relacionadas com a sua profissão de juíza, mas Cleopatra Moon é o seu refúgio poético –, constata-se que todos os poemas alheios são devidamente creditados e que assina sempre com as suas iniciais os que são da sua própria lavra. 
“Diga que os tais versos fraquinhos, que nunca poderiam ser da Sophia, são da Adelina Barradas de Oliveira” e que foram “escritos há 10 anos, no dia da morte de Sophia e na data do aniversário da filha da autora do blogue onde os encontrou”, sugeriu a juíza ao jornalista. “A César o que é de César, a Sophia o que na realidade é dela e a mim o que é meu”, acrescenta. “Assim, ficamos todos descansados e termina o mistério.” […]»

Quando chove, é comigo.

Perdoem-me a profusão de hiperligações.
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* Andresen, s.f.f. A propósito, ó Carlos Vaz Marques, que é isso da «Casa Ândersen» e da «Sophia de Mello Breyner Ândersen?
Governo Sombra, 08.Fev.2019   |    Governo Sombra, 15.Fev.2019
Percebi mal?

** "Dia do mar no ar" é apenas um dos poemas de "Coral", terceiro livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicado em 1950. Nem esmifrando a alucinação se encontra lá «Gosto de estar no cais quando chove».

sábado, 29 de dezembro de 2018

domingo, 16 de abril de 2017

Domingo de paz coaxante*

A religião cristã matou muitíssimo, durante muito tempo; deixou de matar tanto; hoje em dia, mata pouco, quase nada. Não era terror, era fé. Entretanto, amansou, adoçou, civilizou-se.
Várias outras religiões ainda matam muito, matam menos, deixaram de matar.
Algumas religiões não matam nada, só entretêm.
A fé muçulmana — sou um ourives do rigor terminológico — é que, desde o primeiro instante, desde a Hégira, vá, nunca parou de dar porrada e matar desalmadamente, mais bem dito, com toda a alma. De há 40 anos para cá deram em chamar-lhe terrorismo islâmico**, extremismo, radicalismo, fanatismo e não sei o quê.

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* Ia para dar à presente mensagem o título "Domingo de pás coalescentes" quando premi sem querer a "Síndrome de Estocolmo" da guerreira ateia Câncio. Tudo mudou de figura. Afinal, o Baygon também mata que farta. 

sábado, 24 de dezembro de 2016

domingo, 24 de julho de 2016

segunda-feira, 11 de abril de 2016

O combate

de Vitório Rei.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Tony Carreira, criação e a honra do cavaleiro

«[…]
A cerimónia de atribuição do grau de Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras a Tony Carreira, em Paris, na sexta-feira, ficou marcada pelas críticas do artista ao Governo português e ao embaixador naquele país, Moraes Cabral, que não autorizou que a cerimónia se realizasse na representação diplomática portuguesa em Paris.
[…]
A Ordem das Artes e Letras (Ordre des Arts et des Lettres, em francês) é uma condecoração concedida pelo Ministério da Cultura da França para recompensar "as pessoas que se distinguem pela sua criação no domínio artístico ou literário ou pela sua contribuição ao desenvolvimento das artes e das letras na França e no mundo".»
DN,19.Jan.2016

Avivo: «pessoas que se distinguem pela sua criação no domínio artístico ou literário». Criação.
- Insinuais, Plúvio, que o tuga Tony não cria?
- Cria, pois, ó se cria!
Vejamos, por amostra, sete estrondosos sucessos de venda de que Tony Carreira se fez registar como autor/compositor na Sociedade Portuguesa de Autores [informação recolhida na página da SPA em 07.Nov.2009], facturando, imagina-se que não pouco, os correspondentes direitos de execução, difusão, reprodução.
.  Sonhos de menino     *
Compare-se: L’idiot, por Hervé Vilard [1981]; composição de Hervé Vilard

Compare-se: Zingarella, por Ajda Pekkan; composição de Enrico Macias [1988]

Compare-se: Uno Tranquilo, por Riccardo Del Turco [1967]; composição de Daniele Pace, Mario Panzeri e Lorenzo Pilat

Compare-se: Toi qui manques a ma vie, por Natasha St-Pier; composição de Julie D’Aimé e Calogero Bros [2002]

Compare-se: Después de ti, qué?, por Cristian Castro; composição de Rudy Peréz [1997]

Compare-se: Cloud number nine, por Bryan Adams [1999]; composição de Bryan Adams, Max Martin e Gretchen Peters

Compare-se: Écris-moi, por Pierre Bachelet; composição de Pierre Bachelet [1982]

Isto é, reclamação a haver, essa mais do que pertinente e que eu saiba não houve, seria junto da República Francesa: que raio de prévia avaliação fizeram da genuinidade criativa deste português espertalhão e bem-sucedido?
Parece-me, assim, judicioso que a embaixada em Paris não se tenha franqueado a esta mal enjorcada e desprestigiante manobra de cavalaria, coonestando-a.

Opinião de José Cid, que não tenho por despeitado, impostor ou incompetente.

A França, que de certo ponto de vista agraciou um larápio, que se precate não vá A Marselhesa aparecer atribuída a Tony Carreira numa qualquer chafarica de registo e cobrança de direitos de … criação.
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* A propósito...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

«[...] a cobardia intrínseca desta personagem

[...]
Durante as últimas décadas, Marcelo foi o grande mordomo do regime e um dos responsáveis pela ausência de debate sério sobre os problemas de Portugal.
[...]
O ex-discípulo de Marcello Caetano foi o idiota útil dos donos do sistema, o fala-barato que encheu o ar com pólvora seca.
[...]
uma máquina discursiva sem nada lá dentro.
[...]»  
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A despropósito, o Quim da bomba.

sábado, 19 de dezembro de 2015

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Devo dizer

Devo dizer que a partir do instante em que alguém me diz «Devo dizer-te…», dos mais insuportáveis tiques de empáfia que grassam por aí, assomam-se-me ganas de desligar o som do meu interlocutor que nem lhes conto.

Não precisam de agradecer.
Obrigado.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

António Costa, português trágico

«apostando decisivamente naquilo que são os factores decisivos futuro: o conhecimento e a inovação, contra a ideia da precaridade e dos baixos salários, que é a competividade que o doutor Passos Coelho vê futuro. E esta diferença é uma diferença essencial, porque nós hoje tamos no século vinte e um e temos que ter a competividade do século vinte e um, e essa competividade é a competividade no conhecimento, na inovação; não é a competividade dos baixos salários, da precaridade laboral, porque essa só nos fará andar pa trás, como andámos pa trás nestes quatro anos. Doutor Passos Coelho, nestes quatro anos o país recuou treze e este é que é a situação dramática em que hoje nos encontramos.»
- Licenciado pela Faculdade de Direito de Lisboa, ministro por quatro vezes, antigo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, provável próximo primeiro-ministro de Portugal, ontem, 09.Set.2015, pelas 20:35, no Museu da Electricidade em Lisboa, falando país.
[minuto 10:15]

E o delicioso lapsus linguae do «padre»? Pois se quem usa perdoar são eles...
«o Estado faz uma espécie de perdão fiscal ós bancos pós bancos assumirem os custos do BES. Agora, doutor padre Pedro Passos Coelho, duma vez por todas entendamo-nos sobre o que é pagar a dívida. Pagar a dívida é pegar no dinheiro e pôr lá o dinheiro.»

Tudo sobre o debate, aqui...


«O doutor Paulo Portas desestiu de concorrer sozinho.» 


«Manter um antigo líder do PS sobre investigação criminal, com as acusações que são feitas, obviamente tem um peso grande.»
- Licenciado em Direito, antigo Ministro da Justiça.
SIC Notícias, 17.Ago.2015, segunda-feira, pelas 17:15 

- x -
Precariedade  .  Competitividade  .  Desistiu  .  Sob investigação

António Costa é um falante troglodita, mais lado da "inovação" do que do "conhecimento".

sexta-feira, 31 de julho de 2015

quarta-feira, 17 de junho de 2015

quarta-feira, 22 de abril de 2015

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O Trancão, o Ganges e o Paraíba

Sabe bem respirar nos raros sítios onde a blogosfera não está povoada de pesporrência e de cagança.
Aqui, por exemplo. Simplicidade, graça, sabedoria; passe a redundância.

domingo, 27 de julho de 2014

Gosto

quinta-feira, 10 de julho de 2014

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Ora viva,

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