sábado, 22 de setembro de 2018

Boaventura e os lepismas

«[...]
- Como é que encontrou Lula?
- Foi uma experiência muito intensa. Primeiro porque estou num edifício há 11 anos inaugurado por ele como Presidente do Brasil, e agora está lá preso. Depois, sou conduzido por dois polícias federais até ao terceiro andar — eles têm todos formação superior — e um deles diz-me: "Professor, nós somos devoradores dos seus livros." * Penso que o que ele me quis dizer é que a polícia federal não está toda de acordo com o que se está a passar, mas têm de cumprir ordens.
[...]»
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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Bem-vindos ao país cristino [2] *

Acerca destes 24 minutos com uma mulher possessa de si, a melhor reflexão, das que conheço, fá-la Marco Alves na Sábado em linha: "Cristina Ferreira precisa de um amigo (que não o Goucha)", 18.Set.2018.
Bravo, Marco! Apesar do solecismo: «Cristina, quanto muito, está a começar com vários zeros à direita.»

«Percebo os sinais [...] Leio tudo. As pessoas às vezes podem pensar Como é que ela tem capacidade de, nas milhares de mensagens, estar atenta a tudo? Eu leio realmente tudo [...] e devo-te confessar ** que me preparei para isso. [...] Tenho uma amiga minha que me dizia Eu não te sei explicar nem queria muito utilizar aqui esta palavra nesta situação, mas o facto de tu deixares as manhãs e a TVI e o Manel é quase semelhante à morte da princesa Diana.»
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Impressiona como lendo tudo, realmente tudo, a jactante criatura seja tão bronca. 
nos milhares de mensagens

Quanto a Marco Alves, que admiro,

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Precedência da sucessão

ora! Última hora! Última hora! Última hora! Última hora! Última hora! Última h
«Quando o ataque agressivo mais forte ocorre, ele depois é precedido logo a seguir por um momento de desculpas...»
Psicólogo clínico da APAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
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- Olá! Sou o Daniel Cotrim. *

sábado, 1 de setembro de 2018

Ciganada, escarumbas, monhés, paneleiragem, fufedo

«[...]
é perigoso instituir, como cada vez mais acontece, formas de policiamento da linguagem. Usar, como se diz nos EUA, a n-word, nigger, chamar “macacos” aos jogadores negros, acompanhando os insultos por gestos simiescos, chamar “monhé” ao primeiro-ministro, chamar “paneleiros” aos homossexuais e “fufas” às lésbicas, e por aí adiante, por muitas fúrias verbais que suscite, cabe no meu entendimento da liberdade de expressão. Nada tenho contra as tempestades de resposta - quem não se sente não é filho de boa gente - mas sou completamente contra a censura do Estado, do Facebook, do Google e do Twitter, que pretende criar um muro sanitário para as ofensas e, ao fazê-lo, entram num processo censório que sabemos como começa, mas não sabemos como acaba.
[...]»
José Pacheco Pereira, "O admirável mundo novo e a sua companheira, a censura"
Público, 01.Set.2018

Onde está, ó morte, a tua vitória? *

Talvez não.

Talvez.
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