sábado, 31 de dezembro de 2016

Morrer na operação [3] - Nem o pai morre nem a gente almoça

Ouvi há momentos na telefonia que o balanço provisório da operação "Festas Seguras" regista [sic] até ao momento quatro mortos. Mal é que até depois de amanhã o resultado não melhore. *
Eles aí estão, sem parança nem sossego, em prol da nossa felicidade. Proactiva. Vejamos:

Entretanto, decidiu-se refrear o noticiário acerca dos parâmetros de um ancião em coma profundo. José Barata, porta-voz, hoje: «só voltará a ser feita nova informação clínica quando houver uma alteração do estado de saúde...».
Parece-me bem. 17 anos de boletins clínicos estavam a deixar o país à beira da exaustão. Nem a paciência dum eremita beneditino aguentaria mais.
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ora! Última hora! Última hora! Última hora! Última hora! Última hora! Última h
* [04.Jan.2016]
Melhorou e não pouco: dezanove.
Morrer na operação, nada de novo; se calhar é do balanço, sei lá. Escusavam era de tanta propaganda.